Conta-se que um pai tinha três filha, a Consciência, a mais velha, a Justiça e a Corrupção, a mais nova.
Desgostoso pelas práticas da Corrupção (a filha mais nova), o pai deu um infarto e morreu, deixando a herança para as três filhas.
Para terem maior parte na herança, a Corrupção planejou com a Justiça um meio para matar a Consciência. Empurraram-na num abismo e lá se foi a Consciência.
Ao setarem para repartir os bens deixados pelo pai, a Corrupção furou os olhos da Justiça, deixando-a com a menor parte e na sua dependência.
Por isso, a Corrupção é que prevalece nos nossos dias.
A Consciência está morta, a Justiça está cega e Corrupção age livremente, conduzindo sua irmã Justiça pra onde quer.